quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Para reforçar direção segura, Hamilton vira chofer de 'táxi'

Por ESPN.com.br, com informações GE


A Lei Seca que passou a vigorar no Brasil este ano aterrorizou àqueles que exageravam na noite mesmo antes de dirigir, mas diminuiu consideravelmente os números de acidentes no trânsito. Para reforçar o perigo da mistura entre bebidas alcoólicas e volante, o inglês Lewis Hamilton, favorito ao título da Fórmula 1 deste ano repetiu o que fez no ano passado, e participou de um evento que conscientiza a importância de uma direção segura e sóbria.

Nesta quinta-feira, antes de dirigir sua McLaren no circuito de Interlagos, Hamilton foi o grande nome do evento Piloto da Vez, promovido por um dos patrocinadores da equipe britânica. E ainda levou dois sortudos para casa, sorteados pela marca de uísque que estampa sua logomarca no time de Woking: Émerson da Silveira e Ana da Silva.


Desta vez, o líder da temporada da Fórmula 1 - com sete pontos de vantagem sobre o ferrarista brasileiro Felipe Massa - deixou o cockpit de sua McLaren e dirigiu um táxi (da Mercedes, fornecedora de motores para a equipe inglesa e muito mais luxuosos do que os da capital paulista).


“Estou por dentro desta nova lei aqui no Brasil e concordo com ela”, comentou Hamilton. “Quando saio com uns amigos, às vezes eu também bebo e então decidimos quem decidirá. Pode ser um amigo, um táxi, um familiar. Acredito que seja o mesmo aqui no Brasil: é simples, basta ser responsável. Dá para sair à noite e aproveitar, da mesma forma”, complementou.


No evento, outro representante da F-1 presente foi Pedro de la Rosa, piloto de testes da McLaren. O espanhol entregou uma homenagem a Elizeu Bezerra, representante dos taxistas parceiros da empresa patrocinadora no evento e responsáveis por também conduzirem os ‘baladeiros’ que pegaram pesado na bebida.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Petrobras faz homenagem ao piloto Gilson Scudeler



Petrobras faz homenagem ao piloto Gilson Scudeler




Anúncio criado pela Master destaca heptacampeonato de motovelocidade
A Petrobras Distribuidora faz uma homenagem ao Team Scud Petrobras pelo heptacampeonato brasileiro de motovelocidade do piloto Gilson Scudeler.



Desenvolvidos pela Master Comunicação, um anúncio e um pôster destacam a conquista do piloto e alguns produtos, como a gasolina Podium e o lubrificante Lubrax, nas principais revistas especializadas em motociclismo.




As peças têm os conceitos “Aproveite: essa é uma das únicas chances que você vai ter de ver o Gilson Scudeler parado” e “Um pouco mais rápido e ele conseguiria pegar o próprio vácuo”.



Alpargatas assume liderança na América do Sul

Alpargatas assume liderança na América do Sul

Compra da Alpargatas Argentina pela empresa brasileira possibilitará internacionalização da marca Topper com único posicionamento

A Comisión Nacional de Defensa de la Competencia da Argentina (CNDC) aprovou na última quinta-feira (23) a aquisição da Alpargatas Argentina pela São Paulo Alpargatas. Com essa operação, nasce uma empresa binacional, líder do setor de calçados na América do Sul.

A decisão concretiza a aquisição de 60,18% do capital da Alpargatas Argentina. Empresa fundada em 1885 e que muito contribuiu para o desenvolvimento industrial da Argentina, suas principais operações localizam-se na Argentina e no Uruguai e abrangem os negócios de artigos esportivos, calçados casuais e de segurança; têxtil; confecções e comércio varejista.
O texto divulgado pelo CNDC acrescenta que a São Paulo Alpargatas deverá transferir, a terceiros interessados e dentro do prazo de 24 meses, a marca Pampero para vestimentas de trabalho e de bombachas.

A junção da São Paulo Alpargatas, companhia internacional de marcas e uma das grandes dos setores de calçados, artigos esportivos e tecidos industriais do País, à pioneira Alpargatas Argentina delineia um futuro extremamente promissor para a nova empresa que se forma. Juntas, em 2007, as duas companhias faturaram R$ 2,1 bilhões e produzem anualmente 250 milhões de pares de calçados e sandálias. Atuando em 80 países e com 150 mil pontos de vendas, a nova Alpargatas terá 19 mil funcionários.

“Estamos criando uma companhia em franco processo de internacionalização, que se torna cada vez mais uma referência no mercado, e que agora parte em busca da liderança do setor na América Latina”, comemora o diretor-presidente da Alpargatas, Márcio Utsch. A união das duas empresas, segundo Utsch, vai promover o fortalecimento da marca Topper no Brasil, linha que detém mais de 33% de participação no mercado argentino. A mudança possibilita a empresa internacionalizar a marca com um único posicionamento. Investimentos no portfólio da Topper, marketing e pessoal serão realizados, segundo o diretor-presidente, de forma a alavancar sua participação no mercado.

O diretor-presidente destaca ainda a ampla gama de oportunidades que se abre com a aprovação do negócio. Importantes sinergias comerciais e operacionais devem resultar em aumento de competitividade e produtividade, além do aprimoramento na relação com clientes, fornecedores e parceiros.

“Temos ainda um cenário de desafios e possibilidades de crescimento para nossos funcionários brasileiros e argentinos”, destaca Utsch. “Tudo isto nos possibilitará um salto qualitativo para assegurar um de nossos principais valores: o de criar marcas desejadas internacionalmente, algo que já temos experiência em fazer”, define.

A AlmapBBDO é a agência responsável pela conta internacional da Havaianas. Na Argentina, a agência Kepel y Mata assina as campanhas da marca Topper, que no Brasil está com a Talent, juntamente com a dos demais artigos esportivos da Alpargatas.

Crise afeta patrocinadores da Nascar

Crise afeta patrocinadores da Nascar

REDAÇÃO Da Máquina do Esporte, em São Paulo


A principal categoria do automobilismo americano, a Nascar, é mais uma atingida pela crise financeira mundial. De acordo com o jornal "Washington Post", as consideradas "Três Grandes" do setor automobilístico nos Estados Unidos começaram a reduzir seus investimentos na modalidade.

Chrysler, Chevrolet e Ford, que sempre consideraram a Nascar como um modo de alavancar as vendas de suas concessionárias, foram seguidas pelos patrocinadores menores, que também reduziram o investimento e chegam a pensar na não renovação do contrato. Alguns acordos na categoria chegam a valores superiores a US$ 10 milhões.

"Os EUA tinham uma economia muito vigorosa que permitiu que o esporte crescesse, mas isto mudou consideravelmente nos últimos seis meses", afirmou Terry Dolan, gerente da Chevy Racing, a equipe da Chevrolet na Nascar.

Assim, a competição segue na mesma linha da NBA e da NFL, que reduziram alguns custos. O principal problema da Nascar é que a categoria tem uma grande dependência dos patrocínios de empresas privadas, pois os carros da modalidade são considerados grandes "outdoors".

A representatividade do setor chega a 80% do orçamento anual de uma equipe. Essa porcentagem é quase quatro vezes maior que o de franquias da NFL. "Nada continuará tão empolgante como a Nascar costumava ser", completou Peter DeLorenzo, ex-executivo de publicidade do setor automobilístico.

SEGUNDA-FEIRA, 27 DE OUTUBRO DE 2008 - 09h15

Veto ao cigarro pode cair na Austrália REDAÇÃO

Da Máquina do Esporte, em São Paulo

Banido desde 1992, o patrocínio de marcas de cigarro no esporte pode voltar a ganhar espaço na Austrália. De acordo com o "Sydney Morning Herald", uma cláusula que liberaria esse tipo de ação nos grandes eventos teria sido incluída na legislação anti-tabagista de New South Wales, estado mais populoso do país que compreende, entre outras cidades, Sydney. Essa mudança seria permitida por uma maquiagem no patrocínio. Atualmente, a norma federal não impede que marcas de cigarro patrocinem algum evento, mas impedem que essas empresas tenham sua imagem ligadas à prática esportiva. De acordo com especialistas, a parceria com o turfe e o automobilismo (esportes que mais utilizavam patrocínios de marcas de cigarro) poderia voltar a acontecer desde que os tabagistas não façam referência ao produto em suas propagandas, ou o façam de maneira genérica. O problema é que essa alteração suprime a legislação federal, que não sofreu alterações e continua proibindo a associação de marcas do tipo a eventos esportivos. Logo após o anúncio da possibilidade, diversos órgãos civis protestaram. "Como eles encontraram esse caminho para entrarem em uma legislação que protege as crianças do tabaco? O tabaco envolvido com esportes glamurosos não protege em nada as nossas crianças", disse Andrew Penman, chefe-executivo do Conselho do Câncer de NSW. "Se você abre uma porta para as empresas tabagistas elas entram com um caminhão nela", disse Stafford Saunders, do grupo "Protegendo Crianças do Tabaco", alertando que a maquiagem da atuação já pode ser uma brecha grande demais para o setor.

USB's divertidos


Vejam só esta sequência de pen-drives estranhos. Tem até um em formato de ursinho de pelúcia. Vale a pena dar uma olhada.
para ver outros modelos: Pen-Drives Esquisitos

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Zetti reúne goleiros para inaugurar academia


Zetti reúne goleiros para inaugurar academia

por GE / www.espm.com.br

Em 2006, enquanto cursava Gestão do Esporte, Zetti foi procurado por Branco Mello. O vocalista do grupo Titãs mudava do Rio de Janeiro para São Paulo e queria uma ajuda para o seu filho seguir treinando no gol. Sem querer, o músico deu a idéia para que o treinador criasse a “Fechando o Gol”, uma academia específica para goleiros inaugurada nesta segunda-feira em Santo Amaro, na Grande São Paulo. Com a presença de nomes que fizeram história em sua posição, como Taffarel, Valdir de Moraes, Ado, Félix, Gilmar Rinaldi e Ronaldo, Zetti deu o pontapé inicial para um projeto que tirou do papel em sociedade com o ex-meia são-paulino Fábio Melo, hoje empresário. “A idéia que surgiu há dois anos. O Branco Mello mudou do Rio de Janeiro para São Paulo e o filho dele, que treinava como goleiro no CFZ, não estava achando lugar para treinar. O Branco me pediu um socorro e senti essa dificuldade”, contou o ex-camisa 1 de São Paulo, Palmeiras e Santos, que conversou com Fábio Melo, companheiro na faculdade de Gestão do Esporte, e tratou de tentar minimizar a necessidade de Branco Mello. “Até o meu filho Pedro, de 15 anos, também gosta de pegar no gol, mas eu não tenho tempo para treinar com ele. Esta Academia surgiu exatamente para isso. O goleiro é uma posição que tem que se treinar ao máximo”, justificou Zetti, abraçando o músico, que compareceu ao evento prometendo matricular seu filho em breve. Com sede no Esporte Clube Banespa, a “Fechando o Gol” pretende se tornar uma marca de referência quando o assunto é goleiro e promete atender apaixonados pela posição de qualquer idade, desde a criança que sonha em ser profissional a quem quer se aperfeiçoar para jogar entre amigos. Atleta profissional por 18 anos, Zetti quer oferecer as melhores condições a quem ‘comprar’ sua intenção. “O Zetti me convidou para fazer a gestão desta academia e só fez uma exigência: que o treinamento seja feito em grama natural. Ele quer tratamento VIP para os alunos, ficou cansado de cair no chão duro”, disse Fábio Melo, que engajou sua empresa no projeto para aproveitar a valorização dos goleiros brasileiros – Doni, da Roma; Júlio César, da Inter de Milão; Dida, do Milan; Gomes, do Tottenham; e Helton, do Porto, eram os mais citados como exemplos de sucesso. No planejamento da academia está o fornecimento da área para os treinos de times profissionais. De acordo com Fábio Melo, o preparador físico do Atlético-PR, Moraci Sant’anna levou o preparador de goleiros Eduardo duas vezes ao local e ouviu a promessa de que o Furacão deve voltar em breve. A criação de mais sedes também está nas previsões. Agora empresário, Taffarel até se ofereceu publicamente a abrir uma filial no Sul. Zetti, no entanto, é cauteloso quanto ao crescimento do negócio. “Temos que estudar bem isso. É algo que deve acontecer e queremos abrir mais filiais em São Paulo e depois em outros estados. Mas estamos fazendo tudo com calma. Esperamos seis meses só para esperar a grama crescer. Não temos pressa”, argumenta o ex-goleiro, adotando a mesma postura ‘pés no chão’ para quem pensa que basta se matricular para se tornar um goleiro de sucesso. “A nossa idéia é dar estrutura para que o goleiro jogue em qualquer lugar. Nosso objetivo não é revelar novos Marcos, Rogérios Cenis, Zettis ou Taffarels. Mas isso vai acabar acontecendo. Se percebermos que um goleiro tem condições, tentaremos usar nossa relação com o futebol para encaixar”, explicou. A escola já atrai crianças e até meninas. Nesta segunda, todos se aglomeravam para ter suas luvas assinadas pelos ídolos presentes na inauguração. A motivação juvenil anima Zetti, mas não a ponto de fazer o atualmente desempregado técnico de futebol ‘pendurar suas prancheta’. “Sou treinador há sete anos e continuo me vendo assim. Enquanto a academia não engrenar, vou aparecer diariamente, mas minha função será de orientação. Escolhi uma equipe para trabalhar com o projeto e vou procurar estar sempre presente”, prometeu.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Intel cria circuito de screensavers

Extraído do site Máquina do Esporte
Por GUSTAVO FRANCESCHINI

A Intel lançou mais um sub-produto de seu projeto de ativação de patrocínio à equipe BMW Sauber no GP Brasil, que acontece em São Paulo, no dia 2 de novembro. Para atingir o mercado corporativo com tecnologia e inovação, a fabricante de processadores lançou um screensaver conjunto, que pode criar um circuito de Fórmula 1 em uma rede de computadores integrados.

A iniciativa, desenvolvida em parceria com a agência DM9, está disponível no hotsite (http://www.virtualglobalrace.com.br/) da empresa, que montou, no fim de setembro, uma corrida virtual global. O interessado se aproveita da flexibilidade do projeto, que pode ser adaptado de quatro a 30 computadores, com vários modelos cabíveis de circuitos.

Os alvos dos protetores de tela são os funcionários de pequenas empresas, que podem coordenar e trabalhar com o produto nos escritórios. Com a exibição da tecnologia Intel, os futuros clientes têm uma experiência notável e agradável com a marca.

"Nós sempre buscamos esse link com o desempenho, a inovação e a quebra de recordes que a Fórmula 1 nos proporciona, e essa ação movimenta os participantes de um jeito interessante, com ênfase no no conceito de web 2.0 e no aspecto online", disse Cássio Tietê, coordenador de ativação da Fórmula 1 dentro da Intel.

A iniciativa é complementada por outros projetos da marca relacionados à presença da principal categoria automobilística do mundo no Brasil. Além do próprio hotsite, que movimenta a internet em torno de vários mini-games que ligam a marca à Fórmula 1, a Intel também vai organizar uma ação para consumidores no shopping Villa-Lobos e um paddock virtual na Daslu.

"Nós trabalhamos em várias áreas, com nossos consumidores e também em relacionamento com o mercado corporativo. Essa é, definitivamente, a maior ativação envolvendo o tema Fórmula 1, e uma das maiores de todas da Intel Brasil. Estamos falando de mais de 4 mil executivos que estarão envolvidos em atividades, além de mais de 7 milhões atingidos de alguma forma pela campanha", concluiu Cássio Tietê.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

De volta

Após algum tempo sem postar neste blog, voltamos à ativa.

Quem quiser postar material aqui, mande-me um e-mail solicitando a permissão e dizendo quem você é. Mande o e-mail para georgios@torcebrasil.com.br .