Business
Surfe, um bom negócio
Por Tiago Dias em 10/09/2007 16:01
Durante muito tempo, o surfe teve uma péssima imagem. Surfistas eram discriminados, considerados vagabundos, sujos e drogados.
No entanto, nos últimos anos as coisas mudaram de figura; a indústria relacionada ao surfe proliferou e a imagem negativa do surfista mudou.
Hoje em dia existem cada vez mais adeptos e admiradores do esporte, desde crianças a idosos. Por exemplo, na Austrália é comum ver as três gerações de uma família indo juntas pegar onda.
Por volta dos anos 50 aos 70, apesar de muitas pessoas discriminarem o esporte, o surfe já conquistava alguns adeptos.
Alguns deles, apaixonados pelo esporte, resolveram ir contra a os conceitos da sociedade, resolvendo ter o surfe como estilo de vida e meio de sustento, criando assim as primeiras empresas (marcas) de surfe.
Através dessas empresas e suas marcas, começaram a transmitir a essência do surfe como esporte e estilo de vida, conquistando mais simpatizantes para o esporte e, conseqüentemente, mais consumidores para seus produtos.
Com o aumento das vendas e dos lucros (assim como da competição pelas vendas) as empresas de surfe começaram a investir mais em marketing (patrocinando campeonatos e surfistas, fazendo publicidade em revistas e produzindo de filmes de surfe), criando uma nova imagem do surfe, tornando-o um negócio lucrativo e em rápida expansão.
Para se ter uma idéia, em um artigo na ‘The Australian’, Guyet (2002:27) citou vendas de 40 bilhões de dólares australianos (aproximadamente 56 bilhões de reais) na indústria de surfwear (roupas de surfe).
Hoje em dia, ao contrário de antigamente, pessoas admiram o surfe e até investem seu dinheiro em empresas de surfe. Como exemplo, a Billabong, uma das mais valorizadas marcas australianas, tem seu capital aberto na Bolsa de Valores e proporciona um investimento seguro e rentável para seus investidores.
A mesma apresentou um bilhão de dólares australianos em vendas e um lucro líquido de A$145.9 milhões no ano fiscal australiano de 2005 / 06.
O crescimento do surfe e sua imagem é tão evidente que até empresas que não têm origem do surfe estão migrando para esse mercado.
A Oakley, empresa especializada em óculos, é um exemplo disso. Está investindo alto no esporte e já possui uma linha bastante variada em roupas e acessórios para o surfe.
Mas o mundo dos negócios do surfe não se resume somente a surfwear. Um grande crescimento ocorreu também em empresas especializadas em equipamentos e acessórios, mídia (revistas, filmes, livros e internet) e turismo.
Atualmente existem várias revistas especializadas, websites de notícias e previsão de ondas, amplo número de vídeos lançados anualmente e vários livros relacionados ao surfe encontram-se nas prateleiras de livrarias.
Uma grande evolução na variedade de equipamentos e acessórios também é percebida, como evolução no sistema de produção de pranchas, grande variedade de quilhas, aperfeiçoamento das roupas de neopreme, assim como boa variedade em acessórios para viagem.
Além disso, com o aumento de surfistas em busca da onda perfeita, o número de empresas especializadas em viagens para surfistas, ‘surf campings’ e ‘boat trips’ multiplicou-se e continua crescendo cada vez mais.
Finalmente, nós, surfistas, não somos mais os vagabundos que as pessoas pensavam na época dos primeiros adeptos do esporte.
Além de surfistas profissionais, empresários e outros surfistas que vivem diretamente do esporte, muitos surfistas são médicos, advogados, doutores, administradores, professores, economistas, etc. Enfim, somos pessoas respeitadas e admiradas por praticar o esporte milenar dos reis havaianos.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Bengala mata torcedor de 11 anos no Equador
19/09/2007 - 00h31
Barcelona de Guayaquil expulsa torcedores após morte de criança
Da EFE
Em Guayaquil (Equador)
O Barcelona de Guayaquil expulsou nesta terça-feira todos os seus sócios que são membros da torcida organizada Sur Oscura, numa reação à morte do menino Carlos Cedeño, atingido por uma bengala no domingo, no estádio Monumental.
"Depois de analisar a situação de nossa instituição, comovida pela morte de uma criança que não sabemos como compensar, decidimos fechar nosso estádio por duas rodadas e expulsar a organização Sur Oscura", disse aos jornalistas Galo Roggiero, presidente do Barcelona.
Cedeño, de 11 anos, morreu antes do jogo entre o Barcelona e o Emelec, também de Guayaquil. Torcedor do Emelec, ele foi atingido no peito por uma bengala lançada do setor geral-sul do Estádio Monumental e teve o pulmão perfurado.
O Barcelona também proibirá a entrada no seu estádio da torcida Boca del Pozo, do Emelec, que segundo Roggiero é "um grupo violento".
A Comissão Disciplinar da Federação equatoriana puniu o Barcelona com o fechamento de seu estádio por três rodadas.
A Polícia confirmou a identificação do homem que jogou a bengala que atingiu o menino. Mas não revelou o seu nome.
Barcelona de Guayaquil expulsa torcedores após morte de criança
Da EFE
Em Guayaquil (Equador)
O Barcelona de Guayaquil expulsou nesta terça-feira todos os seus sócios que são membros da torcida organizada Sur Oscura, numa reação à morte do menino Carlos Cedeño, atingido por uma bengala no domingo, no estádio Monumental.
"Depois de analisar a situação de nossa instituição, comovida pela morte de uma criança que não sabemos como compensar, decidimos fechar nosso estádio por duas rodadas e expulsar a organização Sur Oscura", disse aos jornalistas Galo Roggiero, presidente do Barcelona.
Cedeño, de 11 anos, morreu antes do jogo entre o Barcelona e o Emelec, também de Guayaquil. Torcedor do Emelec, ele foi atingido no peito por uma bengala lançada do setor geral-sul do Estádio Monumental e teve o pulmão perfurado.
O Barcelona também proibirá a entrada no seu estádio da torcida Boca del Pozo, do Emelec, que segundo Roggiero é "um grupo violento".
A Comissão Disciplinar da Federação equatoriana puniu o Barcelona com o fechamento de seu estádio por três rodadas.
A Polícia confirmou a identificação do homem que jogou a bengala que atingiu o menino. Mas não revelou o seu nome.
terça-feira, 18 de setembro de 2007
F-3 SUDAM: Título 2007 fica no Brasil (piloto e equipes)
Enviado por Cronospeed em 18/09 17:20
A escuderia de Fórmula 3, Cesário Fórmula, garantiu mais um título com a terceira colocação de seu piloto Clemente Faria Júnior, na 14ª etapa do campeonato de F-3 Sul-Americana.
Clemente consagrou-se campeão da categoria e Mário Romancini, também da Cesário, garantiu o vice-campeonato. A Cesário que já tinha conquistado o campeonato por equipes, consolida-se como a equipe de F-3 que mais campeonatos venceu. Texto: Máxima Assessoria de Imprensa
Texto: Máxima Assessoria de Imprensa
P.S.: Guardem bem esse nome: Clemente Faria Júnior. Em breve será um nome muito falado no mundo das 4 rodas.
A escuderia de Fórmula 3, Cesário Fórmula, garantiu mais um título com a terceira colocação de seu piloto Clemente Faria Júnior, na 14ª etapa do campeonato de F-3 Sul-Americana.
Clemente consagrou-se campeão da categoria e Mário Romancini, também da Cesário, garantiu o vice-campeonato. A Cesário que já tinha conquistado o campeonato por equipes, consolida-se como a equipe de F-3 que mais campeonatos venceu. Texto: Máxima Assessoria de Imprensa
Texto: Máxima Assessoria de Imprensa
P.S.: Guardem bem esse nome: Clemente Faria Júnior. Em breve será um nome muito falado no mundo das 4 rodas.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Pesquisa aponta que apenas torcida do Palmeiras cresce na capital
Enquanto torcida corintiana cai, são-paulina continua estável e palmeirense é a única que aumenta
Da Agência Placar
SÃO PAULO - A torcida do Palmeiras é a única que cresce na capital paulista. Pelo menos é isso o que o Datafolha revela. Enquanto a torcida do Corinthians mostra queda de 4 pontos percentuais (35% para 31%) e a do São Paulo se mantém no mesmo nível em relação à pesquisa de 2004 (21%), a torcida do Palmeiras mostra crescimento de 2 pontos percentuais (12% para 14%). Como a margem de erro é de 3 pontos percentuais para baixo ou para cima, a torcida do Palmeiras pode ser ainda maior, já que apresenta curva ascendente.
A zona leste é onde se concentra a maior parte da torcida alviverde, com 33%. Em segundo vem a zona sul (29%), seguida por oeste (17%), norte (16%) e centro (3%). 2% dos entrevistados não souberam responder em que zona da cidade moram.
Em relação à renda familiar, é interessante notar que as torcidas se equivalem entre as faixas mais pobres e as mais ricas da população. Entre os que ganham entre 20 e 50 salários mínimos, Palmeiras, São Paulo e Santos tem 3%, e o Corinthians, 2%. Já entre os que ganham até dois salários mínimos a diferença entre o universo de cada torcida é mínima: São Paulo tem 34%, Santos, 33%, Palmeiras, 31%, e Corinthians, 30%.
Entre os torcedores palmeirenses, 59% são homens, contra 41% de mulheres. Corinthians tem 49% de homens contra 51% de mulheres; São Paulo tem 50% (não há diferença) e o Santos é o que apresenta maior diferença entre os sexos: 73% de homens contra 27% de mulheres.
Outro dado importante da pesquisa é o universo de torcedores divididos por idade.
Veja os números:
De 16 a 24 anos:
1º São Paulo - 32%
2º Corinthians - 30%
3º Palmeiras - 21%
4ºSantos - 14%
De 25 a 34 anos:
1º Palmeiras - 24%
2º São Paulo - 24%
3º Corinthians - 22%
4º Santos - 12%
De 35 a 44 anos:
1º Corinthians - 20%
2º Santos - 19%
3º Palmeiras - 18%
4º São Paulo - 16%
De 45 a 59 anos:
1º Santos - 31%
2º Palmeiras - 20%
3º São Paulo - 16%
4º Corinthians - 15%
60 anos ou mais:
1º Santos - 25%
2º Palmeiras - 17%
3º São Paulo - 12%
4º Corinthians - 12%
Os números mostram que a torcida do Santos envelheceu e que a torcida do São Paulo lidera entre os mais jovens. Porém, a diferença entre os universos divididos por faixa etária entre os clubes da capital é muito menor do que se imaginava.
Veja os números totais:
1º Corinthians: 31% (em queda)
2º São Paulo: 21% (estável)
3º Palmeiras: 14% (em ascensão)
4º Santos: 6% (estável)
5º Flamengo: 2%
6º Vasco: 1%
Outro: 2%
Nenhum: 23%
Notícia trazida pelo Rafael Anauate e disponível no link:
http://placar.abril.com.br/meiocampo/noticias/082007/082007_478427.shtml
Da Agência Placar
SÃO PAULO - A torcida do Palmeiras é a única que cresce na capital paulista. Pelo menos é isso o que o Datafolha revela. Enquanto a torcida do Corinthians mostra queda de 4 pontos percentuais (35% para 31%) e a do São Paulo se mantém no mesmo nível em relação à pesquisa de 2004 (21%), a torcida do Palmeiras mostra crescimento de 2 pontos percentuais (12% para 14%). Como a margem de erro é de 3 pontos percentuais para baixo ou para cima, a torcida do Palmeiras pode ser ainda maior, já que apresenta curva ascendente.
A zona leste é onde se concentra a maior parte da torcida alviverde, com 33%. Em segundo vem a zona sul (29%), seguida por oeste (17%), norte (16%) e centro (3%). 2% dos entrevistados não souberam responder em que zona da cidade moram.
Em relação à renda familiar, é interessante notar que as torcidas se equivalem entre as faixas mais pobres e as mais ricas da população. Entre os que ganham entre 20 e 50 salários mínimos, Palmeiras, São Paulo e Santos tem 3%, e o Corinthians, 2%. Já entre os que ganham até dois salários mínimos a diferença entre o universo de cada torcida é mínima: São Paulo tem 34%, Santos, 33%, Palmeiras, 31%, e Corinthians, 30%.
Entre os torcedores palmeirenses, 59% são homens, contra 41% de mulheres. Corinthians tem 49% de homens contra 51% de mulheres; São Paulo tem 50% (não há diferença) e o Santos é o que apresenta maior diferença entre os sexos: 73% de homens contra 27% de mulheres.
Outro dado importante da pesquisa é o universo de torcedores divididos por idade.
Veja os números:
De 16 a 24 anos:
1º São Paulo - 32%
2º Corinthians - 30%
3º Palmeiras - 21%
4ºSantos - 14%
De 25 a 34 anos:
1º Palmeiras - 24%
2º São Paulo - 24%
3º Corinthians - 22%
4º Santos - 12%
De 35 a 44 anos:
1º Corinthians - 20%
2º Santos - 19%
3º Palmeiras - 18%
4º São Paulo - 16%
De 45 a 59 anos:
1º Santos - 31%
2º Palmeiras - 20%
3º São Paulo - 16%
4º Corinthians - 15%
60 anos ou mais:
1º Santos - 25%
2º Palmeiras - 17%
3º São Paulo - 12%
4º Corinthians - 12%
Os números mostram que a torcida do Santos envelheceu e que a torcida do São Paulo lidera entre os mais jovens. Porém, a diferença entre os universos divididos por faixa etária entre os clubes da capital é muito menor do que se imaginava.
Veja os números totais:
1º Corinthians: 31% (em queda)
2º São Paulo: 21% (estável)
3º Palmeiras: 14% (em ascensão)
4º Santos: 6% (estável)
5º Flamengo: 2%
6º Vasco: 1%
Outro: 2%
Nenhum: 23%
Notícia trazida pelo Rafael Anauate e disponível no link:
http://placar.abril.com.br/meiocampo/noticias/082007/082007_478427.shtml
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Novo Lamborghini
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Ranking Mundial de Times de Futebol
Saiu hoje, Segunda Feira, 3 de Setembro, a atualização do ranking mundial de clubes da Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS). Segue a posição de alguns times brasileiros:
3.º Santos/BRA - 284
17.º São Paulo/BRA - 208 (-1)
57.º Atlético Paranaense/BRA - 144 (-6)
97.º Corinthians/BRA - 120 (-8)
266.º Palmeiras/BRA - 72 (-53)
Veja uma lista mais completa na matéria do Estadão:
http://www.estadao.com.br/esportes/not_esp45565,0.htm
Saiu hoje, Segunda Feira, 3 de Setembro, a atualização do ranking mundial de clubes da Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS). Segue a posição de alguns times brasileiros:
3.º Santos/BRA - 284
17.º São Paulo/BRA - 208 (-1)
57.º Atlético Paranaense/BRA - 144 (-6)
97.º Corinthians/BRA - 120 (-8)
266.º Palmeiras/BRA - 72 (-53)
Veja uma lista mais completa na matéria do Estadão:
http://www.estadao.com.br/esportes/not_esp45565,0.htm
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